Por que optar por um Software Jurídico?

Para compreender o que é e o que faz um Software Jurídico, primeiro, é necessário explicar o que é um hardware. Por hardware podemos compreender todo equipamento físico necessário para que um computador funcione, desde correntes, circuitos de fios, placas, etc. Fácil, não!?
Já o software, popularmente falando, exerce a função lógica do hardware no qual opera, ou seja, consiste em uma séries de comandos que orientam e determinam o funcionamento do computador.

A partir destes conceitos e do fato de que tudo que possui “jurídico” como adjetivo diz respeito à questões do universo do Direito, entende-se que um software jurídico nada mais é que um programa que capacita máquinas à realizar algumas das atividades relevantes para a rotina jurídica.

Ao contrário do que se alastrou entre os profissionais de Direito nos últimos anos, de que “os robôs substituiriam os advogados”, softwares jurídicos e inteligências tecnológicas não só não possuem esse propósito, como também, mesmo que o tivessem, tal objetivo dificilmente seria alcançado. Isto, em vista da complexidade da razão humana – além , e sobretudo, da capacidade de sentir, ser empático, etc. Características ainda exclusivas ao ser humano.

O que observa-se, na medida em que estas tecnologias têm evoluído, é a redução massiva de tarefas “mecânicas” realizadas por advogados. À exemplo das contagens de prazo, conferência diária de publicações em diferentes tribunais, processos físicos que exigiam um controle de saída e entrada dos fóruns, entre muitas outras tarefas.


Portanto, a conclusão que se chega é de que, em certa medida, os softwares “substituirão” a mão de obra humana, entretanto, as atividades que estes exercerão não só potencializarão a produtividade do setor como também possibilitarão que seus atuantes foquem no exercício de tarefas menos “mecânicas” – que não raramente demandam muito tempo para serem realizadas. 

Ainda, vale pontuar que a operabilidade de softwares jurídicos é quase “infinita”. Com o decorrer do tempo, os desenvolvedores destas ferramentas aliados aos profissionais de Direito vem vislumbrando cada vez mais segmentos de atuação e aprimoramentos nos softwares existentes, mudando constantemente o modo com o qual juristas lidam com suas atividades no dia-a-dia, seja sob a perspectiva da gestão do tempo, dos recursos, das atividades rotineiras de escritórios e/ou departamentos jurídicos, da segurança da informação – sobretudo com a transição quase que integral para o ambiente virtual, entre outras. 

Por fim, vale ressaltar que, em suma, as instituições jurídicas já têm adotado o uso de softwares de controladoria e gestão de tarefas, o que em termos de rotina de trabalho já  melhora significativamente na obtenção de resultados, a exemplo da implementação do PJE em diversos tribunais do Brasil. Entretanto, apesar da eficiência nas tarefas a que estes softwares se destinam, um importante aspecto que estes costumam deixar a desejar consiste na elaboração de indicadores para tomada de decisão.

Bem, o que tem ocorrido é a seguinte situação: instituições jurídicas contratam estas ferramentas mas não gozam das informações que estas disponibilizam, em virtude da limitação quanto a capacidade analítica dos dados gerados. Desse modo, além da implementação destas “inteligências base” é imprescindível, para um uso qualitativo dos dados gerados, a contratação/instalação de “softwares complementares”. Entre eles o Business Intelligence, cuja função é exatamente realizar o cruzamento de dados para geração de indicadores. 

Quer saber mais sobre o que é um software de B.I.? Acesse o nosso artigo referente ao tema aqui!